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Uma visão da proteção de informações estratégicas no País e as medidas para sua salvaguarda.

Interessante falar sobre este assunto, justamente em meio à tempestade “wikileaks” que estamos vivendo, afinal “segurança da informação” é o assunto da vez.

Muitas organizações, inclusive o estado, tem se mostrado preocupadas com o sigilo de suas informações estratégicas, sistemas de informação e sistemas de gestão documental são cada vez mais utilizados nestas instituições, a fim de preservar tais informações. Além disto, a contra inteligência é algo latente, sempre com o objetivo de presumir possíveis “ataques”.

No meu entendimento, apesar de todos os recursos disponíveis, as organizações ainda são negligentes e dão espaço para “engenheiros sociais” agirem. Falhas grotescas como o não cancelamento de senhas de sistemas de ex-funcionários, bem como ausência de auditorias nas atividades dos atuais funcionários, ou mesmo um simples descarte de um documento importante, documento este que poderá ser resgatado do lixo por um engenheiro social , tudo isso fragiliza a proteção da informação, e as consequências podem ser a piores imagináveis.

Diante do exposto, acredito que cabe a nós profissionais da área, estarmos sempre atentos a todos estes pontos, e assim tentar mudar a cultura de nossas organizações, afinal informação produz conhecimento, e isto pode ser vital ou letal à organização, depende de quem usa.

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Autor: Joel Freire

E-mail: joel@unisolsistemas.com.br

T.I Verde, Entre nessa onda!

A T.I verde é algo que tem sido discutida com grande intensidade ultimamente, mas pelo que se vê ainda há muito a e discutir, o primeiro passo é a disseminação da idéia para os profissionais da área.

Você sabe o que é T.I verde? Talvez esse artigo seja o elo entre você e essa nova necessidade que vislumbramos, espera-se que ao final dessa leitura você possa “entrar nessa onda”.

Já pensou o que a T.I pode fazer para minimizar a degradação do meio ambiente? Isso é T.I verde!

A tecnologia está muito mais ligada ao meio ambiente do que se imagina, a utilização de derivados de petróleo e de metais é constante na fabricação de componentes. Talvez o investimento em pesquisas para diminuir o uso dessas matérias seria um caminho, mas também é preciso conscientização por parte dos usuários desses componentes. Já parou para pensar para onde vai nosso lixo tecnológico? As baterias de nossos laptops e celulares? Nossas placas velhas e/ou inutilizáveis? É chegada a hora de nos unir em prol do meio ambiente, precisamos de políticas aplicadas para um correto acondicionamento de lixo tecnológico e podemos fazer ainda mais, é possível desenvolver sistemas que eliminem a burocracia dos papéis e utilize ao máximo dos recursos eletrônicos, isso gera economia de celulose que é a matéria prima do papel, e uma consequente economia para o meio ambiente.

Acredito que a T.I muda o mundo, estou vendo isto acontecer no sentido “moderno-tecnológico” e aliando isso a inteligência e conscientização, é possível iniciar uma nova revolução. A Unisol Tecnologia e Estratégia já está nesta luta

E aí, você deseja contribuir? Pense no assunto.

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JOEL FREIRE

ITIL Foundation Certified

joel@unisoltecnologia.com.br

Investimento, fazer ou não fazer, eis a questão…

Temos observado nos últimos meses, as medidas de redução da taxa referencial de juros que estão sendo realizadas pelo Banco Central para a economia brasileira, entretanto, este fato quando analisado de uma maneira isolada e superficial talvez não demonstre o impacto positivo que estas ações podem trazer para o desenvolvimento de nossa região.

A questão que surge é aquela onde os investidores ou indivíduos que detém o maior volume de capital, ao perceberem a redução de seus rendimentos que são oriundos da remuneração auferida pelos juros das aplicações financeiras, buscam outros mercados e negócios, a fim de efetuar os seus investimentos objetivando uma maior rentabilidade para o seu capital.

Este movimento é percebido nas diversas iniciativas empreendedoras que vem surgindo em nossa região, tais como: construções de prédios comerciais, indústrias dos mais diversos segmentos, comércio varejista, empresas de fornecimento de serviços e outras.

Quando surge uma destas iniciativas empreendedoras e que vai ter como conseqüência um aporte de investimento, invariavelmente estas iniciativas evoluem por três estágios bem distintos, sendo: desenvolvimento, assim como análise de viabilidade do projeto de investimento, implementação do projeto de investimento e por último a operação do empreendimento ou negócio propriamente dito.

Estas fases podem ser mais ou menos estruturadas, sendo que esta estruturação varia de acordo com o grau de complexidade do negócio e do volume de capital envolvido na operação de investimento.

O fato é que se deve tomar bastante cuidado na fase de desenvolvimento e análise de viabilidade, uma vez que é neste momento que se consegue simular o cenário de funcionamento do negócio, avaliando o mercado, a localização do empreendimento, os riscos envolvidos no projeto e a conseqüente rentabilidade esperada de sua operação.

Este cuidado inicial com a etapa de planejamento e análise pode fazer a diferença entre o fracasso total do empreendimento e o alcance de seu sucesso, assim como do investimento envolvido, gerando um círculo virtuoso de riqueza para o seu investidor por um lado e para a sociedade organizada por outro, que vem na forma de mais empregos, de aumento de renda para a população e de impostos que acabam sendo revertidos em outros benefícios, principalmente em serviços públicos de melhor qualidade e mais investimentos realizados pelo governo.

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Érik Silva David – Engenheiro

Especialista em Gestão Empresarial

Mestrando em Desenvolvimento Regional

pelas Faculdades Alves Faria – ALFA

erik@unisoltecnologia.com.br

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